Quem é você afinal?

Alguma vez você já se perguntou como seria sua vida se você tivesse feito escolhas diferentes da que fez? Certamente sua resposta será sim. Todos nós passamos por momentos de reflexão em que olhamos para trás e nos arrependemos de muitas decisões tomadas ou ficamos alegres pelas escolhas feitas.

Entretanto, há quem fique preso a este hábito e acredite ser fracassado quando olha sua realidade e compara com a do outro, que tomou rumo diferente da sua.

É muito simples e fácil acreditar que quem está numa posição diferente da nossa é mais feliz. Afinal, só vemos o que ela ou a distância nos permite ver. As lutas e os dissabores não são perceptíveis a olhos nus.

Precisamos entender que toda vida, independente das escolhas feitas, tem prós e contras. É preciso parar de comparar quem somos com quem o outro é.

Mas como é possível fazer isso se nem mesmo sabemos quem somos afinal?! Já que nos perdemos querendo viver e ser como o outro.

Pare e pense: a partir da sua concepção de mundo, o que você quer? O que lhe é valoroso a partir do seu olhar e não a partir da lente do outro?

Nossas escolhas servem exclusivamente para nós. Talvez alguém também tenha a mesma percepção, valores, gostos e concorde com nosso ponto de vista, mas isso não precisa obrigatoriamente acontecer. 

Se sabemos o que nos serve de fato podemos mudar nossa rota quantas vezes forem necessárias até estarmos satisfeitos com o rumo das coisas. O que não podemos e jamais devemos deixar que ocorra é que os outros definam o que nos cabe.

Esta semana que passou, li uma frase da escritora Audre Lorde, militante pela valorização da mulher afro-alemã na década de 80, que se encaixa perfeitamente aqui. Ela disse: “Se eu não tivesse me definido para mim mesma, teria sido esmagada pelas fantasias que outras pessoas fazem de mim.”

Hoje se fala muito em skin care, auto cuidado, e todo tipo de coisa do gênero, mas cuidar mesmo vai além de ter uma pela bonita, um cabelo sedoso, um shape sarado e uma saúde em dia. Auto cuidado é saber estabelecer limites de respeito a você mesmo.

E aí, já se cuidou hoje?   

Boa semana!

Otimismo é a chave

Segundo estudo publicado no periódico PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences), acreditar que coisas boas vão acontecer e que o futuro será favorável faz você viver de 11 a 15% mais do que pessoas menos otimistas. Segundo eles, indivíduos positivos alcançam uma “longevidade excepcional”, chegando à idade de 85 anos ou mais, independentemente do status socioeconômico, condições de saúde, depressão, integração social ou hábitos de vida (alimentação, tabagismo e consumo de álcool).

Com máscara ou sem?

A pandemia trouxe mudanças que vão perdurar ainda por algum tempo na forma de fazer atividades físicas. E não foi só o fato das academias estarem fechadas levando as pessoas a treinar em casa, mas muitas outras coisas relacionadas a prática esportiva mudaram. O uso de máscara para atividades externas é uma delas.

Enquanto o Ministério da Saúde diz que o uso de máscara é obrigatório para prática de exercícios físicos externos, a Organização Mundial de Saúde diz que não é bem assim. Que a prática de atividades sem máscara, desde que feita de forma isolada e em ambientes abertos é permitida. Mas e aí, quem está com a razão?!

Máscara melhora desempenho?!

Para o diretor do Laboratório de Performace Humana e cardiologista da Confederação Brasileira de Thiathlon, Luiz Fernando Correia, entrevistado semana passada pelo Globo Esporte, o uso de máscara melhora o desempenho respiratório de atletas no futuro.

Segundo o cardiologista, além de prevenir o contágio e transmissão no novo Corona Vírus, a máscara reduz momentaneamente a performance, mas provoca uma amplitude respiratória extremamente benéfica para quem quer auto desempenho.

Bora usar máscara galera!!!

Amigos para manter a sanidade.

É normal a gente ter uma galera na juventude. Na vida adulta passamos a ser mais seletivos e, na maioria das vezes, o tamanho da turma vai reduzindo. Há quem consegue manter um grupo unido desde o tempo do colégio, outros quando casam passam a ter grupos de casais com quem se relacionam. Independe da forma com que eles entram na nossa vida, o importante é que mantenhamos amigos sempre por perto para manter a cabeça ativa depois dos 60.

Um estudo feio com mais de 10 mil pessoas descobriu que quem tinha uma vida social ativa aos 60 anos tinha 12% menos risco de desenvolver demência anos depois. E tem mais, não basta ter aquele amigo de uma vida ou aqueles dois ou ter uma família numerosa. O estudo mostrou que quem via apenas um ou dois amigos vez ou outra ou via os parentes da mesma forma desenvolviam demência muito maior que o primeiro grupo, que tinha vida social ativa e vivia rodeado de amigos.

Segundo os estudiosos, não há uma explicação concreta sobre o porquê disso, mas eles acreditam que o contato social faz com que áreas da memória e da linguagem sejam estimuladas no cérebro, o que pode construir a chamada reserva cognitiva.

Publicado por elatem50

Jornalista, advogada, adepta da vida saudável, da prática esportiva. Assina 🗞 Coluna de bem-estar no @jornalopiniao #⃣ #ElaTem50

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