Sobre sororidade


Hoje se fala muito sobre a força feminina e como as mulheres tem avançado na consciência de seus direitos e na busca de outros tantos.
Há quem diga que a nova década, que se inicia em 1⁰ de janeiro de 2021, será feminina, com grandes avanços para as mulheres. Torço por isso. Não apenas por ser mulher, mas como defensora da igualdade de direitos de todas as minorias.
Entretanto, é preciso refletirmos sobre muitas de nossas posturas para que de fato a Era feminina se estabeleça.
Acredito que na sutileza do detalhes se encontram questões que a impede de acontecer na velocidade em que precisamos.
Digo isso, não pela ausência de posturas de defesas de mulheres vítimas de abusos e agressões. Estas são mais fáceis de serem vistas na atualidade, principalmente nas redes sociais. Mas falo, com certa tristeza, de posturas de sororidade simples que nos judariam se incorporadas no cotidiano, fortalecendo-nos enquanto minoria.
Vou tentar ser mais clara dando um dos muitos exemplo do comportamento das mulheres em relação as outras que nos enfraquece.
Estou há duas semanas em Brasília. Tudo é novo e me ambientar e fazer novas amizades não é algo fácil, simples e rápido.
Há uma semana passei a integrar um grupo de corrida, onde há muitas mulheres. Mas, para a minha falta de surpresa, foram os homens que me deram acolhida.
Não levo em consideração os interesses por trás de tal atitude, mas o fato de serem eles a tentar me fazer sentir parte do grupo.
As mulheres, aquelas que deveriam estender a mão a uma “igual”, fecharam-se em bando e sequer perguntaram meu nome.
Percebam, a sororidade tão necessárias e tão propagada não existe de fato.
E é por atitudes assim que, por enquanto, ainda estou cética quanto a 2021 ser o início da nossa Era. Queira Deus que eu esteja redondamente enganada.
Boa semana!

Vieram pra ficar
A pandemia nos ensinou muitas coisas, mas uma delas é o quanto os cuidados com a higiene pode ajudar a manter nós e nossa casa saudável.
Mesmo com a vacina, alguns cuidados precisam ser incorporados aos nossos hábitos diários.

Uso de máscaras
O uso de máscaras ao primeiro sinal de resfriados é uma delas. Os asiáticos já possuem esse costume. Nós, latinos, não!
Outra coisa, lavar bem as mãos e não levá-las ao rosto sujas, mesmo que a sujeira seja invisível.
O que você acha?! Não são hábitos que devemos adotar?!

1⁰ de dezembro
Hoje é o Dia mundial de luta contra a AIDS. A doença que já foi sinônimo de morte, hoje tem tratamento, mas não deixou de necessitar de um olhar atento de todos.
Em meados de 2019 haviam mais de 24 milhões de pessoas recebendo remédios contra o vírus, incluindo mais de 13 milhões de mulheres.

40 anos depois
Mesmo tendo sido descoberta a 40 anos, a doença ainda é a causa principal de morte entre mulheres de 15 a 49 anos no mundo. Um dado alarmante.
Cerca de 6 mil jovens de 15 a 24 anos são contaminadas toda semana.
A informação ainda é a maior arma contra o vírus, que pode ser evitado com cuidados preventivos.


A Covid e o coração
Estudos apontam que 16% das pessoas infectadas pelo Corona vírus apresentaram complicações cardíacas. Mesmo nos casos mais leves da doença, as sequelas cardíacas podem ser uma realidade.
Por conta disso, a Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) fez uma parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) para lançar a primeira diretriz sobre o retorno aos exercícios com segurança após a covid-19.


Qual a orientação?
Segundo a diretriz, antes de voltar a praticar qualquer esporte, todo mundo que teve covid-19 precisa passar por uma avaliação médica e realizar, além do eletrocardiograma.
Para atletas de alto rendimento ou para quem teve casos graves da doença, a diretriz lista outros exames, como a dosagem no sangue da troponina, o teste ergométrico, o holter e até uma ressonância magnética.


Prevenir é melhor que remediar
Se você teve Covid e é praticante de atividade física não deve brincar com esse assunto. Segundo os especialistas, o problema da doença é que ao invadir o sistema imunológico ela desencadeia inflamações em várias partes do corpo. Algumas até imperceptíveis, como pode acontecer com o coração.
Entretanto, ao retornar a prática esportiva, o músculo cardíaco pode não aguentar.


Publicado por elatem50

Jornalista, advogada, adepta da vida saudável, da prática esportiva. Assina 🗞 Coluna de bem-estar no @jornalopiniao #⃣ #ElaTem50

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: