O que dizer?!

Estou cansada, muito cansada! Certamente, como eu, você também não aguenta mais falar em Covid, viver em isolamento, e carregar o peso do home office e dos demais afazeres do lar simultaneamente, não é mesmo?!Um ano após o início da pandemia estamos todos cansados, estressados e desesperados para ter de volta nossa rotina. Pelo menos eu acredito que boa parte de nós vive essa situação e não sou a única pedindo para o mundo parar que eu quero descer. Lembro como se fosse hoje o primeiro decreto de lockdown. Ele era de 15 dias e nos grupos de whatsapp todos achavam que era um tempo longo demais para que tudo parasse. Lembro como ficamos chocados com o primeiro caso de covid no Acre, a primeira morte então trouxe comoção geral.Hoje estamos com mil mortes em nosso estado, mais de 250 mil no país, o equivalente a uma queda de avião dia durante os últimos 365 dias do ano.Infelizmente, para muitos, as estatísticas são números distantes, para outros são rostos, histórias e lembranças, No último domingo, assisti no programa da Rede Globo Fantástico, a reportagem especial sobre a volta à vida na cidade chinesa onde tudo começou. Em Wuhan todos usam máscaras e mesmo tendo uma superpopulação de aproximadamente 11 milhões de pessoas, estas entendem que é preciso pensar no bem da coletividade para passar por tudo isso de forma mais rápida e mais branda possível. Completamente diferente de nós brasileiros.Quanto mais eu penso sobre isso, menos entendo nossa cultura individualista, e mais eu penso que não tenho nada a dizer a não ser: que Deus nos proteja e tenha misericórdia de nós!Boa semana!

Estudo recente

Um estudo divulgado na ultima quinta-feira, elaborado pela subdivisão Health+Life da agência SA365, revela aumento nas pesquisas relacionadas à saúde mental em redes sociais e mecanismos de busca no Brasil e em Portugal durante o ano passado, quando começou a pandemia da Covid-19.

Ansiedade…

No Brasil, as pesquisas sobre ansiedade saltaram de 246 mil pontos, em novembro de 2019, para 370 mil pontos, na escala Google, entre os meses de abril a julho de 2020. Esse fenômeno foi acompanhado por uma diminuição na procura por termos ligados à depressão no mesmo período, com queda de 370 mil para 280 mil.

Versus depressão

A indicação de que pessoas possam estar mais ansiosas, mas, ao mesmo tempo, sendo menos diagnosticadas com depressão chamou a atenção dos pesquisadores, já que uma das possíveis explicações pode estar no receio das pessoas em relação à Covid-19, que deixariam de procurar ajuda médica da forma adequada devido à pandemia.

Pandemia e obesidade

Estudos demonstraram que a quantidade de clientes consumindo fast-food por aplicativos aumentou como nunca com a pandemia. Quem teve condição de arcar com o custo de uma alimentação, saudável ou não, comeu mais do que o “normal”. Resultado é que a obesidade foi destaque em algumas pesquisas.

Nada saudável

Ministério da Agricultura (Mapa) publicou ma quinta-feira, no Diário Oficial, o registro de 67 novos agrotóxicos, sendo sete considerados “extremamente tóxicos” pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Desde o início do governo Bolsonaro, 590 produtos com esta finalidade foram aprovados. E o pior é que está conta refere-se apenas aos artigos que podem ser vendidos para os produtores rurais.

Hipercolesterolemia Familiar

De nome esquisito, mas mais comum do que muita gente imagina, a Hipercolesterolemia familiar (HF) nem sempre é diagnosticada e, por isso, nem sempre acompanhada como deveria. Ela nada mais é do que um problema de colesterol de causa genética e resulta em adultos com graves problemas cardíacos, crianças desde pequeninas com colesterol alto e até bebês já com placas de gordura nas artérias.

Risco real

Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a HF acomete 10 milhões de pessoas no mundo e 300 mil no Brasil. E, para agravar a situação, menos de 10% têm o diagnóstico da doença. Ou seja, muita gente com grave risco de problemas cardíacos na adolescência ou na vida adulta jovem nem sabe do problema.

Vida saudável

A NF é uma doença que não tem necessariamente a ver com estilo de vida, pode ser agravada por ele, mas é uma herança genética e pode aparecer na infância muito cedo, com dois, três anos. O estilo de vida ajuda a manter os índices controlados, mas é necessário o acompanhamento médico e muitas vezes o uso de medicamentos.

Publicado por elatem50

Jornalista, advogada, adepta da vida saudável, da prática esportiva. Assina 🗞 Coluna de bem-estar no @jornalopiniao #⃣ #ElaTem50

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